
Esperei pelo cansaço do tempo
Pelo amainar do vento
Pelo serenar do mar…
Esperei sem lamento, sem alento, sem lutar
Esperei, fingindo não esperar.
Hoje, vencida, destapo a ferida
E pergunto por ti (sem gritar)
A música nada me diz da vida
Nem me canta a sorte…
Não sei quem te levou de nós
Nem o que ficou da morte
Entrego-me à saudade, vazia
À chama fria e ao sonho deserto
Estrada sem vida, sem cor, sem paixão
Neste querer sem alegria
Neste esperar sem ilusão.


5 comentários:
É bom ter-te de volta, querida amiga. Por mais tristes que as tuas palavras sejam são sempre um afago na minha alma, porque escrever é forma de expressão/libertação.
Tinha saudades tuas.
Adoro-te,
Jana
Tu estragas-me com tantos mimos princesa.É sempre bom saber-te presente. Obrigada por tudo, Eu também te adoro.
Beijo em ti, iluminado.
Passo para deixar os votos interiores de um Natal com Paz, independentemente da concepção que se tenha dele.
Com amizade
Lobinho
Que bom que é estares de volta!
Boas Festas.
Bj
Já tenho saudades tuas...
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